sexta-feira, 13 de maio de 2011

gaahl o valor simbolico de queimar igrejas é importante

O artigo abaixo foi publicado no Ballade.no em janeiro de 2010.
NOTA: o texto abaixo representa a opinião de Gaahl e não do site Whiplash! ou de qualquer um de seus editores ou colaboradores.
Kristian Espedal, também conhecido como Gaahl, membro fundador da banda de black metalGORGOROTH, desempenha um papel importante na produção do musical Svartediket. O musical será criado no Den Nationale Scene (DNS) e faz parte do Festival Internacional de Bergen. Gaahl já se envolveu em controvérsias relacionadas à violência e abuso sexual. O GORGOROTH, sua antiga banda, também foi acusada de blasfêmia na Polônia, e Gaahl é conhecido por suas atitudes anti-cristãs.
Na edição de terça-feira do Bergens Tidende (BT) Gaahl deixa clara a sua antipatia em relação aocristianismo e o jornal menciona que Gaahl afirmou que a religião não tem espaço na Noruega.
Questionado sobre se ele defende a queima de diversas igrejas, como foi feito na década de 1990, Gaahl responde: "enquanto a igreja representar o poder e opressão que possui, não devemos ver a Igreja com simpatia. Então eu não acho que isso será errado, se acontecer novamente, se alguém queimar as igrejas. O valor simbólico de queimar igrejas é importante.”
Quando perguntado se ele poderia incendiar igrejas, Gaahl não deu uma resposta, mas diz que acredita firmemente que o valor simbólico da queima de igrejas é uma coisa boa.
“Mas tenho dúvidas sobre o efeito da queima de igrejas. Receio que isso venha a fortalecer a igreja contra qualquer ataque. Que assim os cristãos se unirão ainda mais. Mas eu defendo as pessoas que queimam igrejas", disse Gaahl à BT.
Essas declarações causaram polêmica em Bergen. O bispo Hagesæther em Bjorgvin contou ao BT que o DNS terá grandes problemas se Gaahl mantiver suas declarações.

gaahl do ex Gorgoroth fala sobre ser gay

Rock Hard: Acho que foi muito corajoso de sua parte se assumir gay. Gostaria de fazer uma ou duas perguntas sobre o tema, se você não se importar.
Gaahl: "Claro, sem problemas."
Rock Hard: Falamos em outra oportunidade que um velho vídeo ao vivo do JUDAS PRIEST  causou grande impressão em você. O fato de Rob Halford assumir influenciou a exposição pública de sua preferência sexual?
Gaahl:  "Não. Rob Halford foi uma grande inspiraçãomusical, mas nada além disso. Não me parece que eu assumi algo, pois a coisa toda não era importante para mim. Tudo evoluiu de forma muito natural. Eu sinto o que sinto e nunca fiz segredo sobre isso."
Rock Hard: Mas há pessoas que não aceitam ahomossexualidade. É verdade que você foi atacado por alguém no backstage do Wacken Open Air?
Gaahl: "Foi algo que ocorreu pelas minhas costas. Ninguém nunca me ofendeu de frente para mim."
Rock Hard: Mas King (baixista do GORGOROTH) presenciou algo e me falou depois (NOTA: um tumulto aconteceu envolvendo King e outros no backstage do Wacken, aparentemente iniciado por declarações homofóbicas de certa pessoa que deu entrada em um hospital logo depois). Como as pessoas estão tratando você?
Gaahl: "De forma absolutamente positiva. Não sinto nenhuma animosidade contra mim."
Rock Hard: Mas há pessoas de extrema-direita na cena Black Metal para quem você, como homossexual declarado, se tornou um inimigo.
Gaahl: "É possivel. Meu conceito de arte, especialmente de Black Metal, tem a ver com honestidade, sem concessões. Realmente não me importa a reação das outras pessoas ou os sentimentos que isso possa provocar.
Rock Hard: Algumas pessoas procuraram a Rock Hard oferecendo informações sobre o seu passado que colocariam "luz" sobre muitas coisas. Desde que você revelou suahomossexualidade, estas fontes silenciaram. Existe uma conexão?
Gaahl: "Sim. Muito provavelmente. (risos) Parece que eu deixei algumas pessoas sem ação. E sinto muito por isso. (risos) Mas estas informações poderiam também ser relacionadas a certos fatos nos anos 90."
Rock Hard: Você quer dizer, algo relativo a política?
Gaahl: "Sim."
Rock Hard: Você assumiu ter se associado a grupos de extrema direita naquela época.
Gaahl: "Exato."
Rock Hard: Pode falar mais sobre isso?
Gaahl: "Eram coisas relacionadas à época e ao ambiente em que eu vivia naquela. No início dos anos 90 haviam muitas gangues juvenis na Noruega e uma coisa levava a outra. Eu estive envolvido em lutas de gangues. Não se tratavam de fortes convicções políticas, mas mais de marcar território. Eventualmente isso levou a violência. Quer dizer, gangues não são criadas para discutir verbalmente."
Rock Hard: Você diria que foi por algum tempo um Nazista radical?
Gaahl: "Não. Não havia interesse político. Não para mim, nem para meus amigos. Mas você precisava se filiar a algum grupo se quisesse se defender e não ser surrado. Acho que eu e meus amigos nos sentíamos assim naquela época, mas alguns deles enveredaram para alguns grupos extremistas."
Rock Hard: Ocorreram incidentes por motivos raciais?
Gaahl: "Tudo girava em torno das gangues. Quem atacou primeiro e quem apenas se defendeu é algo impossivel de ser precisado depois de tanto tempo. Mas sem dúvidas houve agressões violentas. Alguns de nós tinham armas."
Rock Hard: Quando sua atitude frente a esse tipo de coisa mudou?
Gaahl: "Foi um processo lento que levou anos e não foi motivado por um fato isolado. Eu sempre tive amigos de diferentes formações culturais, então sempre fui exposto a diferentes maneiras de pensar. Talvez por isso eu não desenvolvi uma crença política. Mas sem dúvida houve mudanças e evolução em minha maneira de pensar. Sou uma pessoa diferente hoje."
Rock Hard: Quem é você exatamente?
Gaahl: "Eu sou eu. Eu sou um individualista."
Rock Hard: Há pessoas de direita em seu círculo de amizades?
Gaahl: "Sim, assim como há pessoas de esquerda. Eu não julgo pessoas pelas suas convicções políticas."
Rock Hard: Como essas pessoas respondem ao fato de você ser gay?
Gaahl: "Houve muito poucas reações negativas. Espero que seja porque meus amigos me respeitam ao ponto de que este meu lado não os aborreça. Se eu fosse outro tipo de cara, as reações poderiam ser mais drásticas."
Rock Hard: Você foi preso várias vezes. Alguma vez isso foi causado por sua opção política ou sexual?
Gaahl: "Não. De forma alguma."
Rock Hard: Um assassino foi contratado para matar você e você o agrediu tão gravemente que foi parar na prisão. Quem armou isso para você?
Gaahl: "Foi relacionado a uma passagem anterior que tive pela prisão. Alguém com quem eu tinha problemas queria se vingar. Mas como não queria sujar as mãos, contratou alguém que deveria me atacar, que invadiu a minha casa com uma arma."
Rock Hard: Que tipo de problemas você tinha com este alguém?
Gaahl: "Eu fui atacado em um bar, aparentemente por alguém que se sentiu ofendido pela minha aparência ou por algo que eu falei. Alguém que tinha reputação de ser 'perigoso'. O fato terminou em uma briga com sérias consequências. Eu terminei na cadeia e a 'vítima' saiu livre."
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Rock Hard: Você deve se sentir muito bem. Você está livre e não tem mais nada a esconder.
Gaahl: "É verdade. Mas eu nunca realmente escondi algo, para começar. Eu apenas nunca havia me apaixonado antes."
Rock Hard: Nunca?
Gaahl: "Não. Não até o ano passado."
Rock Hard: Uma garota que viveu com Jenny, da Rock Hard, na Noruega, dizia ser sua ex-namorada.
Gaahl: (risos) "Então ela mentiu. Nunca estive junto com ninguém até o ano passado."
Rock Hard: Quantos anos você tem agora?
Gaahl: "33."
Rock Hard: E você era um lobo solitário até os 32?
Gaahl: "Sim. Estou vivendo a puberdade agora!" (risos)
Rock Hard: Muito legal que você fale tão abertamente sobre estas coisas.
Gaahl: "Bem, é a maneira que as coisas são." (risos)
Rock Hard: Como isso tudo vai afetar o GORGOROTH?
Gaahl: "Sobre a minha revelação, King estava mais nervoso sobre isso do que eu. Ele está´feliz que todos estejam aceitando isso."
Rock Hard: O que mais você tem feito não-relacionado ao GORGOROTH?
Gaahl: "Tenho trabalhado em um álbum de ambient music. Coisa realmente interessante em minha opinião. Fora isso gasto muito tempo pintando. Me tornei realmente criativo nos últimos tempos."
Rock Hard: Que tipo de imagens você pinta?
Gaahl: "Difícil descrever. Definitivamente não tem nada a ver com o GORGOROTH. As pessoas podem pensar que pinto coisas como cabeças cortadas, mas não é o caso."
Rock Hard: Então o que você pinta? Rob Halford fazendo poses na motocicleta?
Gaahl: "Exatamente." (risos)

dani filth fala sobre gaahl ser gay

O líder do CRADLE OF FILTH, Dani Filth, comentou sobre o que ele chamou de "relacionamento íntimo" entre o vocalista do malvado GORGOROTH  e um agente de moda norueguês (Dan DeVero), no que ele chamou de "o ápice" do individualismo black metal.
A edição de novembro de 2008 da revista Decibel traz uma seção de perguntas tipo bate-bola com Dani Filth, e dentre as questões, uma trata da turnê da banda ao lado do GORGOROTH:
Decibel: Vocês estão fazendo uma turnê com o GORGOROTH  neste outono - esta é a formação da bandacom Gaahl?
Dani: "Esta é a encarnação do grupo com Gaahl".
Decibel: O que você pensa sobre toda esta situação? [Nota do editor: se referindo à associação de Gaahl com um estilista norueguês, onde fica implícito a existência de uma suposta "relação íntima" entre ambos].
Dani: "(risos) Eu acho que é fudidamente brilhante! Sério, acho isto mesmo! As pessoas dizem que o Black Metal apregoa o individualismo, e o que ele está fazendo é provavelmente o ápice da coisa. Digo, não me importo se ele dorme com homens, mas este não é um cara comum e sim um designer de moda, e eles confecionam trajes de verão feminino juntos. Quer dizer, as coisas não poderiam ser mais engraçadas, não? De um lado está Gaahl, que vive nas montanhas - ele é o cara mais perverso do mundo, certo? E eles produzem biquínis para modelos em Oslo. Não tem preço esta situação. E eu de certa forma respeito esta atitude".

evanescence no rock in rio


Rock in Rio 2011 fechou sua escalação principal nesta segunda-feira, com a confirmação do Evanescence. A banda de Amy Lee se apresenta no dia 2 de outubro, o último do festival, com System of a DownGuns N' RosesPitty e Detonautas no Palco Mundo.


joey jordison quase entra no projeto paralelo de dani filth

O vocalista do cradle of filth , falou com a metal hammer sobre um grupo de rock pesado onde ele esta trabalhando numa entrevista recente,ele contou sobre o começo de um novo super grupo onde esta envolvido.

Eu vou para na noruega na próxima semana para trabalha com o Rob caggiano  do antrax  o king do ex gorgoroth Godseed o baterista john tempesta (exodus/testament Rob sombie,the cult)e Ice dale do enslaved

Ele tam bém mencionou que tinha planos de ter joey jordison do slipknot como o baterista originalmente era para ser joey do slipknot na bateria mas ele esta ocupado com outras coisas,então teremos o john tempesta.

sid fala da musica que fez para paul gray

The Gauntlet: É você cantando então? Eu achava que era mas não tinha 100% de certeza, nunca tinha escutado você cantar antes.
Sid: Sim, eu canto, e faço um rap. A maior parte sou eu cantando, com alguns convidados. Eu escrevi todas as músicas, produzi e cuidei de toda a parte técnica. Mesmo tendo em alguns momentos ajuda de uma equipe de produção. Esse single foi produzido com a colaboração do A-Rock Impossible.
The Gauntlet: Qual é o single?
Sid: Nervous Central.
The Gauntlet: Essa é uma boa música, mais animada do que as outras. Eu gostei bastante de ‘Flat Lace’. Ela é bem escura e emocional. Escutei cerca de cinco ou seis vezes, foi uma música que mexeu comigo.
Sid: Eu escrevi essa música pro Paul há uns cinco ou seis anos atrás. Sim… eu não queria entrar muito nesse assunto. Mas quero deixar claro que a música foi escrita para o Paul.

planos de corey e bandas exemplo slipknot stone sour vela e muito mas

O frontman do SLIPKNOT/STONE SOUR Corey Taylor foi entrevistado na rádio WGRD quando o STONE SOUR se apresentou no The Deltaplex em Grand Rapids, Michigan em 27 de abril de 2011 durante a Avalanche Tour. Veja a conversa abaixo. Seguem alguns trechos.
Sobre os shows que acontecerão do SLIPKNOT  no verão, as primeiras apresentações da banda desde o falecimento de Paul Gray:
"Honestamente, eu tentei descobrir como me preparar para isso e não há uma maneira realmente; você simplesmente meio que tem que se preparar para o que vai fazer e as emoções virão naturalmente."
"O funeral de Paul foi no último mês de maio e duas semanas depois eu estava na estrada. Então foi uma carga bem pesada, a primeira vez que subi no palco com uma banda foi bem pesado, e os fãs estavam lá. Então as emoções virão; você só tem de se preparar para conseguir fazer o que tem de fazer."
"A forma como estamos abordando isso é que será uma celebração pelo Paul, uma celebração de sua música, uma celebração da banda que ele e o Clown «percussionista» começaram e então ajudamos a fazer dela o que é. Então, para mim, eu vou tentar manter a positividade o máximo possível."
"Vai ser agridoce no fim do dia. Mas, sabe, para mim, isso é meio que os primeiros passos em direção ao que vai acontecer depois. E nada vai acontecer imediatamente; eu posso dizer isso a todos. Não temos planos para um álbum, não temos planos de fazer nada além dessa turnê no momento. Mas se der certo, se todos conseguirem tipo segurar as pontas e realmente fazer o que é certo pelo Paulie, então veremos o que acontece."
Sobre por que tem havido tanta inconsistência nas várias declarações públicas de todos os membros do SLIPKNOT acerca do futuro da banda e se eles sentaram para discutir seus planos a longo prazo em detalhes:
"Não, isso não aconteceu. A única coisa que realmente sentamos juntos como uma banda e conversamos a respeito foi a turnê, e o que vamos fazer e o que não faremos. Mas eu não sou o cara que vai tentar acobertar nada, não sou eu que vou alimentar falsas esperanças para os fãs, especialmente sobre algo como isso. Se a turnê não der certo, essa banda pode acabar – logo de cara. E eu não vou mentir; eu não sou o cara que vai mentir para os fãs. Estou dizendo às pessoas como as coisas são, porque as pessoas «me perguntam» ‘Alguma data nos EUA?’ E eu fico tipo ‘Calma, Beavis. Podemos passar por isso e ver o que acontece?’"
"Ainda é um choque, cara. Eu vou subir no palco sem meu irmão. Então até que as coisas façam sentido para mim, eu não vou ser o animador de torcida – eu simplesmente não consigo ser. Antes de tudo, os fãs perceberiam. Em segundo lugar, eu me sentiria péssimo sendo esse cara. Então enquanto estiver com os pés no chão e mantiver a perspectiva, veremos o que acontece."
Sobre se ele ainda está na corrida para ser o novo vocalista do VELVET REVOLVER:
"Não, eu não sou o novo vocalista do VELVET REVOLVER. Houve tanta especulação sobre isso que eu acho que foi uma das razões pelas quais eu cai fora. No fim do dia, nós tocamos, alguns caras sentiram algo, outros não. É o que foi. E a última coisa que eu preciso é uma 12ª banda. Entre a composição e a gravação e composição com outras pessoas e escrever livros eu estou bem. Eu não vou perder meu sono com isso. E mais que eu fiz alguns ótimos amigos."
Sobre seus planos para o resto do ano:
"Eu vou ter um descanso merecido; será a primeira vez que eu tive mais de três semanas de descanso há muito tempo, então eu quero isso. E nós estamos começando a trabalhar em coisas novas para um álbum do STONE SOUR – algo bem grandioso, algo que pode assustar muita gente. E se fizermos isso, será grande e será tudo o que alguém já quis que fizéssemos."
O baterista do SLIPKNOT Joey Jordison disse à Artisan News Service mês passado no Revolver Golden Gods Awards em Los Angeles que a banda seguirá “com ou sem” Taylor, que expressou relutância quanto a gravar um novo disco do SLIPKNOT após o falecimento de Gray.
Perguntado sobre a ambivalência de Taylor em relação à continuidade de seu trabalho com o SLIPKNOT, Jordison disse, "Quer saber? Cabe a ele responder. Até onde sei, o SLIPKNOT é meu queridinho e eu tenho um punhado de «novas» músicas escritas. E eu estou ensaiando nesse momento com todos os caras e está pegando fogo . . . Até onde o SLIPKNOT saiba, ele sempre existirá – com ou sem ele «Corey». Então é isso."
Tanto Jordison quanto o percussionista Shawn "Clown" Crahan disseram que eles querem fazer um novo álbum.
O antigo guitarrista do SLIPKNOT Donnie Steele voltou à formação para assumir o baixo para os shows de verão.